Roraima é a unidade federativa menos povoada e a mais isolada do Brasil situada ao extremo norte, isso quer dizer que, para o turismo, a Amazônia tem menos interferência humana. A floresta tropical chega a ocupar 72% da área total da região.

Roraima ganhou o título de estado apenas em 1988, o que é bastante recente, e sua economia gira em torno da comercialização de bens e serviços. A capital estadual é Boa Vista e foi planejada em forma de leque, com ruas largas, bem iluminadas e arborizadas. Em Roraima, é possível encontrar a segunda maior montanha do Brasil, o Monte de Roraima. Aventureiros, cientistas e esotéricos se sentem atraídos pela escalada de 2700 metros de pura pedra, assim como as trilhas, cachoreiras, lagos, formações rochosas e espécies vegetais e animais endêmicas na divisa com a Venezuela. Na prática, a Montanha é quase nada brasileira: apenas 5% é solo brasileiro, 10% da Guiana e os 85% restantes são da Venezuela. Geralmente, desde Boa Vista,  os viajantes seguem em vans até a cidade venezuela de Santa Elena de Uairén e de lá seguem até a aldeia de Paraitepuy em um veículo 4×4 de onde caminham até a montanha.

Se quiser evitar a fatiga, procure épocas menos chuvosas para se fazer a escalada que são entre setembro e março. Já as comidas típicas não são nada de extraordinárias, ao contrário, bastante simples: farinha de mandioca, tapioca e paçoca de carne seca. Lembrando que é uma região repleta de traços indígenas e isso interfere em sua cultura, costumes, dança e estilo de vida comparado com o que encontramos em outras cidades. O próprio nome Roraima vem de línguas indígenas que pode significar ‘Monte Verde’, ‘Mãe dos Ventos’ e ‘Serra do Caju’. Roro pode significar papagaio ou verde e, Imã: serra, pai, formador, monte.