O Mato do Grosso fica localizado no Centro-Oeste e a maior parte de seu território é ocupado pela Amazônia Legal.

O clima é predominantemente o tropical superúmido de monção e o fuso horário é uma hora a menos que o horário oficial de Brasílila. A umidade relativa do ar fica na casa dos 10% durante o inverno que costuma ser seco. A economia é baseada na agricultura, na indústria, na mineração e na pecuária. Assim como o estado do Goiás, Mato Grosso é um dos principais produtores e exportadores de soja no Brasil. Não apenas soja, como plantio de milho, algodão, cana-de-açúcar e insumos para a transformação em biodiesel. A região também é grande produtora de gado bovino de corte e sustenta a economia através do turismo de milhares de pessoas que visitam o Pantanal e a região da Chapada dos Guimarães onde estão disponíveis mais de 200 quedas d’água. O nome do estado remete à dificuldade encontrada pelos exploradores da época que achavam a mata muito espessa, por isso Mato Grosso. A migração da população para a  região deve-se a descoberta de ouro. Um povo misturado com influências indígenas, espanholas, portuguesas e negras que afetam a música e a culinária do lugar. O maior parque indígena do país situa-se no Mato Grosso e 59 povos indígenas representantes dos troncos linguísticos Tupi e Macro-Jê vivem nele. É um estado riquíssimo em atrativos naturais com grande variedade na fauna e na flora representadas no Pantanal, na Floresta Amazônica e no Cerrado. A Chapada dos Guimarães fica no parque nacional a cerca de 70 km da capital, Cuiabá, onde é possível ver araras vermelhas que sobrevoam os gigantescos paredões de arenito vermelho-alaranjado. Aos ecoturistas e esótéricos, é possível ver cachoeiras, rios, cãnios e pinturas rupestres assim como diversas trilhas. Entrada é gratuita.